Eu aceito-me. Eu sou o que sou. Eu expresso-me!

Entregue ao prazer, ao amor, à alegria de viver, rendo-me à existência e à beleza de ser. Assim é, assim será, esta nova proposta de radicalização da vivência com Biodanza: sem cobrança, sem exigência, sem culpa, sem censura. Sem querer curar, resolver, sarar, sem “cenas nem merdas” – apenas ser! Livre de julgamento e crítica, uma proposta madura e integrada!

Este foi o primeiro grupo de Radicalização da Vivência, o primeiro momento, o início, iniciático, como tanto gosto de dizer.

Para alguns, foi muito; para outros, menos. Foi igual ou diferente de outras propostas, mas para todos, impactante. A proposta não passa por vivências novas, arrojadas, ousadas ou espetaculares, pois já temos imensas para propor e desfrutar.

A proposta passa por uma alteração na forma como cada um@ coloca na vivência, um ‘mind set’ diferente. E, a partir daí, cada um@ expressa o máximo do seu potencial, da sua permissão e entrega, respeitando os limites, sem exigências, em pura aceitação do que é a expressão da sua identidade no aqui e agora. Eu sou o que eu sou!

É, claramente, uma profunda transformação do habitual ‘mindset’, uma outra postura em relação à proposta de integração/aprofundamento. E faz, mesmo, toda a diferença.

E foi com este primeiro grupo de gente boa e bonita que me permitiu viver, a minha missão com a Biodanza, que passa por inovar e renovar, criar e consolidar, sempre com uma base afetiva forte.

Sinto agora que, para quem faz caminho (processo) com Biodanza, todo o espectro está aberto: integração, aprofundamento, radicalização, formação e lazer. No domínio pessoal, profissional, espiritual e social a Biodanza tem muito para te dar.

Grato a cada um@ de vós e a tod@s que, comigo, partilham este caminho: alunos, colegas, mentores, amigos e família. Grato!

A Vida ao Centro

Biodanza Nuno Pinto